São Paulo: Nobel, 1999
Acredite nos que buscam a verdade... Duvide dos que encontraram! (A.Gide)
19 junho 2008
Importa mais o CONCRETO ou o CONVÍVIO? (& outras breves)
São Paulo: Nobel, 1999
16 junho 2008
Fw: FÁCIL, RÁPIDO e URGENTE: uma significativa contribuição SUA aos Direitos Humanos
... artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo?
... compositores como Schumann, Ravel, Tchaicóvski, Saint-Saëns?
... filósofos como Sócrates e Wittgenstein?
... um economista defensor dos direitos sociais como Keynes?
... escritores como Fernando Pessoa, Shakespeare,
Mário de Andrade, García Lorca, Virginia Woolf?
em nenhuma das letras LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros)
para entender que é uma violência inadmissível à dignidade humana geral discriminar e agredir a parcela da humanidade que, por sua natureza, se liga amorosamente a pessoas do mesmo sexo.
13 junho 2008
Oficinas & Debates, 14 a 21/06 . RETIFICANDO e ampliando
Levando em conta algumas atividades no vizinho Centro Cultural Monte Azul que terão participação de membros da Trópis, cabe retificar & ampliar o convite divulgado em 12/06:
Superintendente de Habitação na gestão Luíza Erundina, pré-candidato a vereador em 2008
17 h: FILME • 21 h: PEÇA TEATRAL
19 h: CHÁ COM BATE-PAPO (Ralf Rickli trará breve contribuição ao tema A Diversidade Sexual na Educação)
Rua Manoel Bragança 114 • fone 8552-4506
próximo ao Colégio Renato Braga
Av. Thomás de Sousa 552 • fone 5851-5370
Terminal João Dias / Metrô Giovanni Gronchi (linha lilás)
- CADA VEZ MAIS ! -
11 junho 2008
NÃO a que nosso país se 'desenvolva' ao custo de sangue e mutilações mundo afora!
ao custo de sangue e mutilações mundo afora!
- a primeira GRANDE pisada de bola do governo Lula, na avaliação deste que vos fala -
![]() São Paulo, quarta-feira, 11 de junho de 2008 |
![]() |
Texto Anterior | Próximo Texto | Índice Quem te viu e quem te vê, Itamaraty DANIEL MACK e DENIS MIZNE O MINISTÉRIO das Relações Exteriores brasileiro definitivamente teve uma semana para esquecer. Reconhecido internacionalmente por seus pares como um dos quadros diplomáticos mais profissionais do mundo, o Itamaraty, por duas vezes nos últimos dias, fez o Brasil passar vergonha em temas ligados a armamentos. No dia 30/5, sexta-feira, a diplomacia brasileira esteve ausente -como tem sido praxe no processo- no desfecho histórico do que foi considerado o "mais importante tratado de desarmamento" dos últimos dez anos. Na sua ausência, o Brasil escolheu ficar ao lado de Estados Unidos, Rússia, China, Israel e Paquistão, em vez de apoiar seus tradicionais aliados regionais, como Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e México. O Brasil produz, exporta e estoca bombas "cluster", que, além de atingirem áreas de até quatro campos de futebol quando arremessadas, muitas vezes falham ao tocar o solo e tornam-se pequenas minas terrestres à espera de uma criança que as detone sem intenção e sofra morte ou mutilação. Apenas dois dias depois, lemos reportagem no "Estado de S. Paulo" afirmando que o Itamaraty e o Ministério da Defesa teriam permitido a exportação de uma aeronave Super Tucano da Embraer para uma subsidiária da empresa norte-americana Blackwater, conhecida como o maior exército mercenário do mundo e sob investigação do Congresso dos Estados Unidos por supostas graves violações cometidas nas suas atividades na Guerra do Iraque. A notícia foi confirmada por executivos da Embraer e da Blackwater, mas não mereceu nenhum comentário oficial do Itamaraty e da Defesa -instâncias responsáveis por liberar as exportações bélicas do país-, após meses de negativas sobre o negócio. É especialmente incompreensível que o Brasil viesse a armar uma empresa que participa ativamente de uma guerra que nosso governo repudiou fortemente, usando de posições diplomáticas e retóricas das mais contundentes para reiterar sua oposição à ação dos EUA no Iraque. Onde fica o princípio de não-intervenção, tão caro à nossa diplomacia? Vende-se a liderança moral do país na região -suposto pilar da política externa brasileira- pela bagatela de US$ 4,5 milhões, valor do contrato com a Blackwater? Se confirmada, tal exportação é imoral e irresponsável, mesmo que venha a ser tecnicamente legal (sobre o que há dúvidas). É exatamente esse tipo de exportação que a sociedade civil organizada ao redor do mundo tem lutado para evitar quando apóia na ONU o Tratado de Controle do Comércio de Armas (ATT, na sigla em inglês), que não permite exportações bélicas que serão usadas contra civis ou em conflitos deflagrados. O ATT é um mecanismo imprescindível para impedir que transferências irresponsáveis de armas alimentem os conflitos, a pobreza e as violações graves dos direitos humanos em todo o mundo. No caso das bombas "cluster", ao Brasil resta fazer um mea-culpa e concluir que o mercado de exportação internacional para o armamento está em via de extinção, que o argumento diplomático do "fórum inadequado" caducou com a aceitação quase universal de processo alternativo (como foi no caso das minas terrestres) e abandonar o frágil argumento militar de "dissuasão estratégica" (será que o Paraguai vai invadir o Brasil se o país não tiver bombas "cluster"?). O Brasil pode assinar o tratado em dezembro, em Oslo (Noruega). Quanto à exportação da aeronave da Embraer, esperamos urgentemente algum tipo de explicação para tão controvertida decisão, mesmo temendo que não exista uma que seja minimamente razoável. Que a proteção e a venda de armamento sejam as prioridades do Ministério da Defesa (e das indústrias bélicas brasileiras), vá lá. Mas o Itamaraty, a cara do Brasil frente ao mundo, não pode ficar completamente prostrado, permitindo que interesses comerciais e militares determinem as posições de nossa renomada diplomacia em temas de tal importância. DENIS MIZNE, 32, advogado e "world fellow" da Universidade Yale (EUA), é diretor-executivo do Instituto Sou da Paz. DANIEL MACK, 33, mestre em relações internacionais pela Universidade Georgetown (EUA), é coordenador da área de controle de armas do Instituto Sou da Paz. |
06 junho 2008
Fw: estudo mostra a INVIABILIDADE ECOLÓGICA DE SER RICO também no Brasil
Ralf
São Paulo, sexta-feira, 06 de junho de 2008 |
Elite brasileira é ecologicamente inviável Impacto de classes A e B sobre o ambiente no país é comparável ao dos EUA, mostra estudo de ONG LUCAS FERRAZ |
04 junho 2008
Fw: reflexões do Prof. Alípio Sousa Filho sobre a perseguição aos 2 sargentos parceiros de vida
HOMOFOBIA NO EXÉRCITO
Alípio de Sousa Filho
Professor do Departamento de Ciências Sociais da UFRN
Editor da Revista Bagoas: estudos gays - gêneros e sexualidades
A matéria de capa da revista Época do domingo 1 de junho, com a história do casal Laci Araújo Marinho e Fernando Alcântara de Figueiredo, sargentos do Exército nacional – o primeiro é norteriograndense e o segundo é pernambucano –, relata o que é sabido: nas forças armadas de nossos diversos países, existem gays e lésbicas e estes podem ser tão bons e importantes profissionais como aqueles que se declaram heterossexuais (sim, os heterossexuais se declaram como tais a todo momento. Ninguém estranha, tornou-se natural: contam suas histórias de amor, beijam-se e andam de mãos dadas em público, aparecem em cenas de afeto e sexo em filmes, novelas etc. Toda a esfera pública é dominada por sua heterossexualizaçã
Matérias que circulam na imprensa de Brasília dão conta que o sargento Laci Araújo é perseguido em razão de sua atividade como artista, pois, além de sargento do Exército nacional, ele fazia cover da cantora Cássia Eller em shows na capital federal. Seus shows tornaram-se sucesso. O fato irritou comandos que não aceitam ter no Exército um militar gay que se assume como tal e que desenvolve atividade artística imitando ícone da cultura gay. Os comandos do Exército (como, de resto, toda a sociedade) preferem a invisibilidade dos homossexuais. De fato, o que socialmente incomoda é a visibilidade da existência gay, a conquista e a afirmação de direitos, o reconhecimento social e político. Enquanto permanece no silêncio e na invisibilidade, a homossexualidade é admitida, embora cercada de preconceito.
O Ministério Público recebeu denúncia, oferecida pela mãe do sargento, que acusa o Exército de preconceito e discriminação. Conforme a imprensa, entre as provas apresentadas pela mãe, estão conversas gravadas em que um general homofóbico acusa o sargento Laci Araújo de ser um traidor, pois, segundo acredita o general, o Exército não pode ter em suas fileiras quem põe em dúvida a suposta masculinidade verde-oliva. Na mesma gravação, o general expressa seu desejo de castigar o sargento com sua prisão e transferi-lo para o Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que exprime seu desejo de separá-lo de seu companheiro, o sargento Fernando, transferindo-
Toda a pressão psicológica sofrida pelo sargento Laci Araújo o adoeceu. Hoje, ele é portador de síndromes que certamente não deixam de ter relação com o sofrimento que experimenta. À repressão a que foi submetido no Exército some-se a angústia que guardou por muito tempo, produzida pela violência do silêncio a que gays e lésbicas são submetidos. O que, todavia, é mais perverso é a tentativa do preconceito de tornar controvertido um caso que nada tem de controverso. Temos aí um caso de perseguição por homossexualidade e todo o resto é pura desculpa homofóbica. O caso é claro: ódio contra aqueles que não se deixam tornar reféns do preconceito. Ódio contra aqueles que, felizes, não vivem sua sexualidade com culpa, vergonha, medo e alienação.
Não vamos deixar que nosso Laci Araújo torne-se um novo Genildo Ferreira de França, também soldado do Exército, que, em 1997, sob a pressão do preconceito por ser gay, matou 15 pessoas em São Gonçalo do Amarante, matando-se em seguida. Não vamos deixar que nosso bravo sargento Laci Araújo torne-se um novo Oscar Wilde, poeta e escritor, que, em 25 de maio de 1895, na Inglaterra, foi condenado a dois anos de prisão com trabalhos forçados pelo crime de amar um rapaz. Todos nós, homossexuais ou não, devemos combater o preconceito e suas atrocidades. Não há mais desculpas para ninguém ficar de fora desse combate. O Brasil não pode mais continuar admitindo violências como as que agora são submetidos os sargentos Laci Araújo e Fernando Alcântara. Condenações por homossexualidade nunca mais! O preconceito ignorante e a homofobia é que merecem condenação!
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02 junho 2008
Nova introdução à FILOSOFIA DO CONVÍVIO disponível na net (35 pp)
uma introdução à Filosofia do Convívio e a algumas de suas aplicações
LIBERDADE SOCIALMENTE SUSTENTÁVEL
uma introdução à Filosofia do Convívio
e a algumas de suas aplicações
Seção 1. A QUESTÃO E A ABORDAGEM
1.1. O pós-moderno e o pós-pós-moderno:
um primeiro olhar para o âmago da questão
1.2. Quem inventou o Pluralismo Absoluto? (E isso importa?)
1.2.1. Uma digressão oportuna: confiança em autoridade intelectual
e simulacro de conhecimento
1.3. Pluralismo Radical e Convivialismo - breve histórico e "parentes"
1.3.1. A importância filosófica e política do vínculo com a "Vertente do Pacífico"
1.4. Minimalismo: o método "menos é mais"
1.5. O zôon politikón e seu inferno
Seção 2. O CERNE DA PROPOSTA
2.1. Uma rara concordância humana universal
2.1.1. Duas proposições da voz geral...
2.1.2 - ... e duas constatações fundamentais sobre essas duas proposições
2.1.2. O possível e o impossível (lições de uma oração)
2.1.3. O problema que é a solução
2.2. O conceito de Convívio e seus campos de aplicação
2.3. Introdução à idéia de um Estatuto Fundamental da Humanidade
2.3.1. Uma multiplicidade só: a das regras e a das transgressões
2.3.2. A mãe de todas as violências
2.3.3. Liberdade como dignidade
2.3.4. Cedendo um pouco para ganhar muito
2.3.5. O problema da fiscalização dos fiscais
2.3.6. Complexificante I: NATUREZA
2.3.7. Complexificante II: CRIANÇAS
2.4. Minuta para um Estatuto Fundamental da Humanidade em 4 seções
Seção 3. GRUPOCENTRISMO E DISCRIMINAÇÕES:
o pensamento convivial aplicado a algumas questões práticas
(sobretudo de interesse pedagógico)
3.0. Motivos de discriminação: resultados de uma pesquisa informal
3.1. O retorno do reprimido: violência reativa, perversão sexual etc.
3.2. Etnocentrismo, grupocentrismo
3.3. Religião, fé e propaganda
3.4. Diversidade sexual
3.4.1. Um pouco de terminologia
3.4.2. A homofobia como questão pedagógica
3.4.3. A presença estatística além das primeiras aparências
3.4.4. A possibilidade real de uma sociedade não discriminadora
3.4.5. Duas palavras sobre diversidade sexual e religião
3.5. Quantos preconceitos se pode tolerar?
Seção 4. O NÍVEL COSMOLÓGICO:
O CONVÍVIO COMO CONSTITUINTE DA REALIDADE