(aliás, não sei como tem alguém que consegue não ser!!)
02 julho 2008
meus capítulos sobre a Etiópia disponibilizados na net
(aliás, não sei como tem alguém que consegue não ser!!)
01 julho 2008
Cada um com a homenagem que merece... :-D
http://sergiodavila.blog.uol.com.br/#2008_07-01_15_58_14-2217909-0
Lembra-se da história de que George W. Bush pode ser "homenageado" em San Francisco e ter seu nome dado a uma estação de tratamento de esgoto? Pois o mesmo grupo de eleitores democratas pensou num plano B, caso a ação não seja aprovada pela população. No dia 20 de janeiro de 2009, quando o novo presidente assume a Casa Branca, eles planejam um evento nacional sincronizado em que todo o país aperte a descarga ao mesmo tempo... Será uma maneira, dizem, de dizer seu adeus carinhoso a Bush.
Escrito por Sérgio Dávila às 14h20 lista Diversidade & Educação : apresentação e convite
que é o respeito à diversidade de orientação e identidade sexual,
sobre a DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO, bem a EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE.
diversieduc-subscribe@googlegroups.com . Logo depois da sua inscrição, é super bem-vindo que você escreva uma pequena mensagem se apresentando à lista.
Ralf Rickli arte em idéias, palavras & educação
http://ralf.r.tropis.org
19 junho 2008
Importa mais o CONCRETO ou o CONVÍVIO? (& outras breves)
São Paulo: Nobel, 1999
16 junho 2008
Fw: FÁCIL, RÁPIDO e URGENTE: uma significativa contribuição SUA aos Direitos Humanos
... artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo?
... compositores como Schumann, Ravel, Tchaicóvski, Saint-Saëns?
... filósofos como Sócrates e Wittgenstein?
... um economista defensor dos direitos sociais como Keynes?
... escritores como Fernando Pessoa, Shakespeare,
Mário de Andrade, García Lorca, Virginia Woolf?
em nenhuma das letras LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros)
para entender que é uma violência inadmissível à dignidade humana geral discriminar e agredir a parcela da humanidade que, por sua natureza, se liga amorosamente a pessoas do mesmo sexo.

13 junho 2008
Oficinas & Debates, 14 a 21/06 . RETIFICANDO e ampliando


Levando em conta algumas atividades no vizinho Centro Cultural Monte Azul que terão participação de membros da Trópis, cabe retificar & ampliar o convite divulgado em 12/06:
Superintendente de Habitação na gestão Luíza Erundina, pré-candidato a vereador em 2008
17 h: FILME 21 h: PEÇA TEATRAL
19 h: CHÁ COM BATE-PAPO (Ralf Rickli trará breve contribuição ao tema A Diversidade Sexual na Educação)
Rua Manoel Bragança 114 fone 8552-4506
próximo ao Colégio Renato Braga
Av. Thomás de Sousa 552 fone 5851-5370
Terminal João Dias / Metrô Giovanni Gronchi (linha lilás)
- CADA VEZ MAIS ! -
11 junho 2008
NÃO a que nosso país se 'desenvolva' ao custo de sangue e mutilações mundo afora!
ao custo de sangue e mutilações mundo afora!
- a primeira GRANDE pisada de bola do governo Lula, na avaliação deste que vos fala -
![]() São Paulo, quarta-feira, 11 de junho de 2008 |
![]() |
| Texto Anterior | Próximo Texto | Índice Quem te viu e quem te vê, Itamaraty DANIEL MACK e DENIS MIZNE O MINISTÉRIO das Relações Exteriores brasileiro definitivamente teve uma semana para esquecer. Reconhecido internacionalmente por seus pares como um dos quadros diplomáticos mais profissionais do mundo, o Itamaraty, por duas vezes nos últimos dias, fez o Brasil passar vergonha em temas ligados a armamentos. No dia 30/5, sexta-feira, a diplomacia brasileira esteve ausente -como tem sido praxe no processo- no desfecho histórico do que foi considerado o "mais importante tratado de desarmamento" dos últimos dez anos. Na sua ausência, o Brasil escolheu ficar ao lado de Estados Unidos, Rússia, China, Israel e Paquistão, em vez de apoiar seus tradicionais aliados regionais, como Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e México. O Brasil produz, exporta e estoca bombas "cluster", que, além de atingirem áreas de até quatro campos de futebol quando arremessadas, muitas vezes falham ao tocar o solo e tornam-se pequenas minas terrestres à espera de uma criança que as detone sem intenção e sofra morte ou mutilação. Apenas dois dias depois, lemos reportagem no "Estado de S. Paulo" afirmando que o Itamaraty e o Ministério da Defesa teriam permitido a exportação de uma aeronave Super Tucano da Embraer para uma subsidiária da empresa norte-americana Blackwater, conhecida como o maior exército mercenário do mundo e sob investigação do Congresso dos Estados Unidos por supostas graves violações cometidas nas suas atividades na Guerra do Iraque. A notícia foi confirmada por executivos da Embraer e da Blackwater, mas não mereceu nenhum comentário oficial do Itamaraty e da Defesa -instâncias responsáveis por liberar as exportações bélicas do país-, após meses de negativas sobre o negócio. É especialmente incompreensível que o Brasil viesse a armar uma empresa que participa ativamente de uma guerra que nosso governo repudiou fortemente, usando de posições diplomáticas e retóricas das mais contundentes para reiterar sua oposição à ação dos EUA no Iraque. Onde fica o princípio de não-intervenção, tão caro à nossa diplomacia? Vende-se a liderança moral do país na região -suposto pilar da política externa brasileira- pela bagatela de US$ 4,5 milhões, valor do contrato com a Blackwater? Se confirmada, tal exportação é imoral e irresponsável, mesmo que venha a ser tecnicamente legal (sobre o que há dúvidas). É exatamente esse tipo de exportação que a sociedade civil organizada ao redor do mundo tem lutado para evitar quando apóia na ONU o Tratado de Controle do Comércio de Armas (ATT, na sigla em inglês), que não permite exportações bélicas que serão usadas contra civis ou em conflitos deflagrados. O ATT é um mecanismo imprescindível para impedir que transferências irresponsáveis de armas alimentem os conflitos, a pobreza e as violações graves dos direitos humanos em todo o mundo. No caso das bombas "cluster", ao Brasil resta fazer um mea-culpa e concluir que o mercado de exportação internacional para o armamento está em via de extinção, que o argumento diplomático do "fórum inadequado" caducou com a aceitação quase universal de processo alternativo (como foi no caso das minas terrestres) e abandonar o frágil argumento militar de "dissuasão estratégica" (será que o Paraguai vai invadir o Brasil se o país não tiver bombas "cluster"?). O Brasil pode assinar o tratado em dezembro, em Oslo (Noruega). Quanto à exportação da aeronave da Embraer, esperamos urgentemente algum tipo de explicação para tão controvertida decisão, mesmo temendo que não exista uma que seja minimamente razoável. Que a proteção e a venda de armamento sejam as prioridades do Ministério da Defesa (e das indústrias bélicas brasileiras), vá lá. Mas o Itamaraty, a cara do Brasil frente ao mundo, não pode ficar completamente prostrado, permitindo que interesses comerciais e militares determinem as posições de nossa renomada diplomacia em temas de tal importância. DENIS MIZNE, 32, advogado e "world fellow" da Universidade Yale (EUA), é diretor-executivo do Instituto Sou da Paz. DANIEL MACK, 33, mestre em relações internacionais pela Universidade Georgetown (EUA), é coordenador da área de controle de armas do Instituto Sou da Paz. |
06 junho 2008
Fw: estudo mostra a INVIABILIDADE ECOLÓGICA DE SER RICO também no Brasil
Ralf
São Paulo, sexta-feira, 06 de junho de 2008 ![]() |
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| Elite brasileira é ecologicamente inviável Impacto de classes A e B sobre o ambiente no país é comparável ao dos EUA, mostra estudo de ONG LUCAS FERRAZ |
04 junho 2008
Fw: reflexões do Prof. Alípio Sousa Filho sobre a perseguição aos 2 sargentos parceiros de vida
HOMOFOBIA NO EXÉRCITO
Alípio de Sousa Filho
Professor do Departamento de Ciências Sociais da UFRN
Editor da Revista Bagoas: estudos gays - gêneros e sexualidades
A matéria de capa da revista Época do domingo 1 de junho, com a história do casal Laci Araújo Marinho e Fernando Alcântara de Figueiredo, sargentos do Exército nacional – o primeiro é norteriograndense e o segundo é pernambucano –, relata o que é sabido: nas forças armadas de nossos diversos países, existem gays e lésbicas e estes podem ser tão bons e importantes profissionais como aqueles que se declaram heterossexuais (sim, os heterossexuais se declaram como tais a todo momento. Ninguém estranha, tornou-se natural: contam suas histórias de amor, beijam-se e andam de mãos dadas em público, aparecem em cenas de afeto e sexo em filmes, novelas etc. Toda a esfera pública é dominada por sua heterossexualizaçã
Matérias que circulam na imprensa de Brasília dão conta que o sargento Laci Araújo é perseguido em razão de sua atividade como artista, pois, além de sargento do Exército nacional, ele fazia cover da cantora Cássia Eller em shows na capital federal. Seus shows tornaram-se sucesso. O fato irritou comandos que não aceitam ter no Exército um militar gay que se assume como tal e que desenvolve atividade artística imitando ícone da cultura gay. Os comandos do Exército (como, de resto, toda a sociedade) preferem a invisibilidade dos homossexuais. De fato, o que socialmente incomoda é a visibilidade da existência gay, a conquista e a afirmação de direitos, o reconhecimento social e político. Enquanto permanece no silêncio e na invisibilidade, a homossexualidade é admitida, embora cercada de preconceito.
O Ministério Público recebeu denúncia, oferecida pela mãe do sargento, que acusa o Exército de preconceito e discriminação. Conforme a imprensa, entre as provas apresentadas pela mãe, estão conversas gravadas em que um general homofóbico acusa o sargento Laci Araújo de ser um traidor, pois, segundo acredita o general, o Exército não pode ter em suas fileiras quem põe em dúvida a suposta masculinidade verde-oliva. Na mesma gravação, o general expressa seu desejo de castigar o sargento com sua prisão e transferi-lo para o Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que exprime seu desejo de separá-lo de seu companheiro, o sargento Fernando, transferindo-
Toda a pressão psicológica sofrida pelo sargento Laci Araújo o adoeceu. Hoje, ele é portador de síndromes que certamente não deixam de ter relação com o sofrimento que experimenta. À repressão a que foi submetido no Exército some-se a angústia que guardou por muito tempo, produzida pela violência do silêncio a que gays e lésbicas são submetidos. O que, todavia, é mais perverso é a tentativa do preconceito de tornar controvertido um caso que nada tem de controverso. Temos aí um caso de perseguição por homossexualidade e todo o resto é pura desculpa homofóbica. O caso é claro: ódio contra aqueles que não se deixam tornar reféns do preconceito. Ódio contra aqueles que, felizes, não vivem sua sexualidade com culpa, vergonha, medo e alienação.
Não vamos deixar que nosso Laci Araújo torne-se um novo Genildo Ferreira de França, também soldado do Exército, que, em 1997, sob a pressão do preconceito por ser gay, matou 15 pessoas em São Gonçalo do Amarante, matando-se em seguida. Não vamos deixar que nosso bravo sargento Laci Araújo torne-se um novo Oscar Wilde, poeta e escritor, que, em 25 de maio de 1895, na Inglaterra, foi condenado a dois anos de prisão com trabalhos forçados pelo crime de amar um rapaz. Todos nós, homossexuais ou não, devemos combater o preconceito e suas atrocidades. Não há mais desculpas para ninguém ficar de fora desse combate. O Brasil não pode mais continuar admitindo violências como as que agora são submetidos os sargentos Laci Araújo e Fernando Alcântara. Condenações por homossexualidade nunca mais! O preconceito ignorante e a homofobia é que merecem condenação!
__,_._,___
02 junho 2008
Nova introdução à FILOSOFIA DO CONVÍVIO disponível na net (35 pp)
uma introdução à Filosofia do Convívio e a algumas de suas aplicações
LIBERDADE SOCIALMENTE SUSTENTÁVEL
uma introdução à Filosofia do Convívio
e a algumas de suas aplicações
Seção 1. A QUESTÃO E A ABORDAGEM
1.1. O pós-moderno e o pós-pós-moderno:
um primeiro olhar para o âmago da questão
1.2. Quem inventou o Pluralismo Absoluto? (E isso importa?)
1.2.1. Uma digressão oportuna: confiança em autoridade intelectual
e simulacro de conhecimento
1.3. Pluralismo Radical e Convivialismo - breve histórico e "parentes"
1.3.1. A importância filosófica e política do vínculo com a "Vertente do Pacífico"
1.4. Minimalismo: o método "menos é mais"
1.5. O zôon politikón e seu inferno
Seção 2. O CERNE DA PROPOSTA
2.1. Uma rara concordância humana universal
2.1.1. Duas proposições da voz geral...
2.1.2 - ... e duas constatações fundamentais sobre essas duas proposições
2.1.2. O possível e o impossível (lições de uma oração)
2.1.3. O problema que é a solução
2.2. O conceito de Convívio e seus campos de aplicação
2.3. Introdução à idéia de um Estatuto Fundamental da Humanidade
2.3.1. Uma multiplicidade só: a das regras e a das transgressões
2.3.2. A mãe de todas as violências
2.3.3. Liberdade como dignidade
2.3.4. Cedendo um pouco para ganhar muito
2.3.5. O problema da fiscalização dos fiscais
2.3.6. Complexificante I: NATUREZA
2.3.7. Complexificante II: CRIANÇAS
2.4. Minuta para um Estatuto Fundamental da Humanidade em 4 seções
Seção 3. GRUPOCENTRISMO E DISCRIMINAÇÕES:
o pensamento convivial aplicado a algumas questões práticas
(sobretudo de interesse pedagógico)
3.0. Motivos de discriminação: resultados de uma pesquisa informal
3.1. O retorno do reprimido: violência reativa, perversão sexual etc.
3.2. Etnocentrismo, grupocentrismo
3.3. Religião, fé e propaganda
3.4. Diversidade sexual
3.4.1. Um pouco de terminologia
3.4.2. A homofobia como questão pedagógica
3.4.3. A presença estatística além das primeiras aparências
3.4.4. A possibilidade real de uma sociedade não discriminadora
3.4.5. Duas palavras sobre diversidade sexual e religião
3.5. Quantos preconceitos se pode tolerar?
Seção 4. O NÍVEL COSMOLÓGICO:
O CONVÍVIO COMO CONSTITUINTE DA REALIDADE
30 maio 2008
Como transformar os morros do Rio numa ilha grega

Uma experiência de RE-HUMANIZAÇÃO DA VIDA
http://pluralf.blogspot.com
30/05/2008
Dez dias: na Europa, crianças se desintoxicam das telinhas
De Martine Laronche
Enviada especial do "Le Monde" a Estrasburgo
No dia 20 de maio, uma terça-feira, os 254 alunos da escola primária do Ziegelwasser (antigo afluente do Reno, hoje um dos canais que atravessam Estrasburgo, uma cidade constituída por várias "ilhas") se lançaram num desafio tão arriscado quanto difícil: dispensar toda e qualquer telinha de televisão, computador e consoles de videogame durante dez dias. Logo após o anúncio, os jornalistas passaram a disputar espaço diante da porta da escola, que é classificada na categoria ZEP (Zona de Educação Prioritária), situada no bairro popular do Neuhof, na periferia. Até mesmo a secretária de Estado para a família Nadine Morano se deslocou de Paris até o estabelecimento.
Uma semana mais tarde, as crianças estão prestes a vencerem a partida. A taxa de sucesso supera os 90%, enquanto a meta que havia sido projetada para tanto era de 70%.
"No começo, nós não sabíamos o que esperar", se recorda Lucette Tisserand, mãe de um baixinho chamado Samuel, de 7 anos e meio. Habitualmente, o seu filho fica assistindo aos desenhos animados na televisão, pela manhã, além das informações regionais e do seriado "Omar et Fred" no canal por assinatura "Canal+", à noite, junto com a sua mãe. Nos dias sem escola, ele fica brincando com o seu Nintendo DS.
"Ele realmente levou o desafio a sério. Um dia, excepcionalmente, eu quis assistir a uma reportagem na televisão sobre esta experiência. Pois ele saiu da sala e foi se trancar no seu quarto", recorda-se a sua mãe. Felizmente, o garoto dispõe de muitas alternativas: bicicleta, piscina, museu, feirinha de objetos usados no pátio da escola... Com tudo isso, Samuel teve um fim de semana bastante agitado.
"Graças a esta experiência, o ambiente está tranqüilo lá em casa", acrescenta Lucette. "Em relação a tudo isso, creio que algumas dessas regras deverão ser mantidas: não mais assistir à televisão durante as refeições, continuar nos divertindo com jogos de sociedade, e ler uma história para o meu filho à noite".
Os pais, apoiados pela associação ambientalista estrasburguesa ECO-conseil, que esteve na origem da operação em parceria com a Câmara de Consumo da Alsácia, participaram da realização de diferentes atividades, as quais foram coordenadas pelo diretor da escola.
Na última terça-feira (27), duas mães estiveram ocupadas em recortar moldes para a oficina de costura do dia seguinte. "Há muitas coisas que nós fazemos para os nossos filhos que nós não faríamos anteriormente", explica Sabrina Klem, mãe de Lyse, 7 anos, e de Laura, 8 anos. "Por conta disso, anteriormente, eu não tinha contato algum com os outros pais. Agora, a gente se cumprimenta, e vai criando laços de amizade". A mesma constatação é feita por Karine Vanhouck, mãe de quatro filhos, dos quais um está sendo escolarizado na escola do Ziegelwasser. "O meu filho quer continuar estudando aqui, não apenas porque ele aprecia muito os desafios, como também porque nós temos nos mostrado mais disponíveis para ele".
Uma parte das crianças teve lá seus momentos de fraqueza, sucumbindo a uma ou outra tentação, mas nem por isso elas resolveram desistir. Este foi o caso de Yasin, 10 anos, e de Matine, 11 anos, que na semana assistiram ao jogo de futebol da final da Liga dos Campeões e ao seu programa predileto, "As Trinta histórias mais espetaculares". Nasrine, 10 anos, confessa ter participado de um chat, uma vez, no MSN, junto com a sua prima, e ter assistido a um programa sobre o código do trânsito. Dylan, por sua vez, "tropeçou" em duas oportunidades diante da sua televisão, e tampouco resistiu a brincar com seu videogame. Essas pequenas distorções das regras resultaram toda vez na retirada de um ponto em sua grade de avaliação, mas, no total, os resultados obtidos por esses quatro colegas se revelaram mais do que honrosos.
Sobre a mesa do diretor da escola, destaca-se uma pilha de cerca de quarenta cartas de incentivo. "Todas essas mensagens mostram que nós estamos lidando com um fenômeno que diz respeito a todos os meios da sociedade", analisa Xavier Rémy. "Os últimos dez dias que nós vivenciamos foram um pouco mágicos. A operação permitiu que laços sociais fossem firmados, e disso restará forçosamente alguma coisa".
Ao meter o bedelho em comportamentos que, a priori, não lhe diziam respeito, mas sim envolviam a intimidade das famílias, a escola do Ziegelwasser desempenhou um papel unificador no nível do bairro, incentivando as famílias a participarem de uma aventura inédita na Europa.
"Para idealizar este projeto, nós nos inspiramos em parte na experiência quebequense de Jacques Brauder, um professor de ginástica aposentado que atua como militante em favor da paz", explica Serge Hygen, um encarregado de missão na associação ECO-conseil.
No Canadá, um balanço realizado em dez escolas listou inúmeros benefícios que podem ser obtidos com operações desse tipo: melhora do bem-estar e do humor das crianças, que acabam passando uma maior parte do seu tempo com a família, além de menos disputas.
A maior parte das escolas que haviam lançado o desafio manifestou a intenção de repetir a operação.
Tradução: Jean-Yves de Neufville
Ralf Rickli arte em idéias, palavras & educação
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SOMOS TODOS ÍNDIOS !
26 maio 2008
8 fotos da INAUGURAÇÃO DA BIBLIOTECA TRÓPIS
com uma baita festa que foi das 20 h de 30 de abril
ao amanhecer de 1.º de maio de 2008
mas a correria ainda não nos tinha deixado postar...
quanto as da Ana Estrella Rickli Vargas. Aguardem...

A única foto que mostrou claramente o Lado Norte da Biblioteca, onde estão as Ciências - Naturais e principalmente Humanas.
Começo do sarau, quando o pessoal ainda estava com cara de sério, com Gunnar Vargas no violão, Peu Pereira na gaita
e o amigo visitante Rony no cajón.


enquanto Euller Alves, do Umoja, fazia a leitura de um delicioso poema de cordel!



que salvamos de irem parar num aterro sanitário qualquer...

que mostrou sua enorme força e dolorosa atualidade 63 anos depois de escrita...
e Jorge Maia... que a propósito faz aniversário hoje, 26 de maio!

e o Euller Alves se preparava para nos trazer um pouco do espírito do interior da Bahia,
vestido contra o frio de um jeito que fazia pensar em meios de contato um tanto mais sobrenaturais... :-)
Marque a hora comigo (Ralf) nos fones (11) 5511-8156 ou 8552-4506!
23 maio 2008
Fw: Borba Gato é preso durante a madrugada...


Detalhe: corrente de Nióbio, material altamente resistente... :-))
Mesmo assim foi criada uma cultura de que o que vem destes povos deve ser menosprezado
– por isso as maiores estradas, monumentos, personagens da nossa história e até mesmo o palácio, é deles: pessoas que massacraram as culturas indígenas e negras!
Repensar a história do nosso povo é promover a possibilidade de um outro Brasil,
diferente deste atual onde quem tem dinheiro não tem lei, não vai preso e manda no país.
Onde quem é índio nem sabe que é, e quem é negro tantas vezes tem vergonha de ser.
Queremos mais.
estaremos reconstruindo nossa própria história como povo desta terra.
19 maio 2008
AUTO-CONCEPÇÃO DO BRASILEIRO: UM SINAL DE MUDANÇA?
Ralf Rickli arte em idéias, palavras & educação
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ARTES & MANHAS DO ESCREVER (possível nova oficina)
De preferência a pessoas que, bem ou mal, já costumem escrever por gosto pessoal e não apenas por obrigação.
Antes de mais nada, estar disposto a apresentar o que escreve ao grupo sem levar a mal a apresentação de críticas ou discordâncias. Também estar disposto a experimentar um estilo de aula "das antigas", com uma condução inicialmente bastante centralizada (tornando-se mais solta à medida que o grupo se apossa do sistema de trabalho).
Conversaremos caso a caso com quem mostrar interesse. Não queremos que ninguém deixe de participar por essa razão, mas ao mesmo tempo dependemos da colaboração de quem puder colaborar.
Se você está interessado, você vai ajudar a definir respondendo COM PRECISÃO às seguintes questões.
(Outros horários além dos mencionados estão descartados já de início! Portanto, por favor não dê nenhuma resposta diferente das que estão sendo solicitadas: só iria atrapalhar! - Note ainda que o tempo de trabalho será no mínimo 2 horas, extensíveis até 3 se o grupo quiser).
Pense nas noites de segunda, quarta e sexta-feira. Você NÃO pode em alguma dessas noites? Você poderia nos sábados, em algum momento entre as 10 e às 17 horas? Caso sim, que hora é melhor para você? Você prefere toda semana, ou semana-sim-semana-não (quinzenal)?
Ralf Rickli arte em idéias, palavras & educação
http://ralf.r.tropis.org (11) 8552-4506
16 maio 2008
Onde é que o Brasil é mais índio? (dados que podem pegar alguns de surpresa...)
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Estados por densidade de população indígena residente em aldeias | Índios residentes em aldeias por 1000 Km2 | Índios residentes em aldeias: população absoluta e ordem por população absoluta | Área do estado em Km2 | |
1. Pernambuco | 236,554 | 23.256 | 4 | 98.311,616 |
2. Alagoas | 215,826 | 5.993 | 17 | 27.767,661 |
3. Roraima | 136,937 | 30.715 | 3 | 224.298,980 |
4. Paraíba | 134,213 | 7.575 | 11 | 56.439,838 |
5. Ceará | 112,312 | 16.715 | 8 | 148.825,602 |
6. Mato Grosso do Sul | 91,057 | 32.519 | 2 | 357.124,962 |
7. Santa Catarina | 59,268 | 5.651 | 18 | 95.346,181 |
8. Maranhão | 55,337 | 18.371 | 7 | 331.983,293 |
9. Amazonas | 53,456 | 83.966 | 1 | 1.570.745,680 |
10. Rio Grande do Sul | 47,730 | 13.448 | 10 | 281.748,538 |
11. Acre | 41,381 | 6.314 | 15 | 152.581,338 |
12. Paraná | 38,005 | 7.575 | 12 | 199.314,850 |
13. Espírito Santo | 36,894 | 1.700 | 21 | 46.077,519 |
14. Amapá | 34,660 | 4.950 | 19 | 142.814,585 |
15. Bahia | 29,600 | 16.715 | 9 | 564.692,669 |
16. Rondônia | 26,576 | 6.314 | 16 | 237.576,167 |
17. Tocantins | 25,909 | 7.193 | 14 | 277.620,914 |
18. Mato Grosso | 22,344 | 20.185 | 5 | 903.357,908 |
19. Pará | 16,177 | 20.185 | 6 | 1.247.689,515 |
20. Sergipe | 14,148 | 310 | 24 | 21.910,348 |
21. Minas Gerais | 12,510 | 7.338 | 13 | 586.528,293 |
22. São Paulo | 10,942 | 2.716 | 20 | 248.209,426 |
23. Rio de Janeiro | 7,552 | 330 | 23 | 43.696,054 |
24. Goiás | 1,017 | 346 | 22 | 340.086,698 |
25. Piauí | sem dados | sem dados | 25 | 251.529,186 |
26. Rio Grande do Norte | sem dados | sem dados | 26 | 52.796,791 |
27. Distrito Federal | sem dados | sem dados | 27 | 5.801,937 |
consultado em 16.05.2008
Ralf Rickli • arte em idéias, palavras & educação
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